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13 de agosto de 2010 às 18:46:46h | Por Equipe Nublog
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Ao ser questionado pela reportagem do nublog sobre seus livros de cabeceira, a resposta já diz um bocado sobre as ideias que ele defende: “Agora, quero me debruçar sobre os clássicos de Trotsky ‘A Revolução Permanente’ e ‘A Revolução Traída’”. Formado em Pedagogia e ex-militante do movimento estudantil da Uneb, o professor Carlos Nascimento trabalha como educador na rede municipal de Camaçari e concorre, no pleito de 2010, ao governo do Estado pelo PSTU. Favorável à legalização das drogas e do aborto, apresenta sua candidatura como uma alternativa, “negra e socialista”. Continue lendo e veja as fotos da visita da reportagem à sede do PSTU, na Praça da Sé.
Fã do socialismo soviético – para ele, bem sucedido até a morte de Lênin –, o candidato lembra, de um período de “grandes avanços econômicos, tecnológicos, científicos, na área das artes etc”, como se, com seus jovens 33 anos, tivesse vivido aquele período. “A História conta”, garante. O professor Carlos fala em “extermínio da juventude negra” e diz que a repressão policial aos jovens da periferia tem sido pior no governo Jaques Wagner (PT), “por incrível que pareça”. Para ele, não há o que se considere “louvável” na gestão petista, já que não houve ganhos do ponto de vista dos trabalhadores. Sem o menor receio de se considerar o mais radical dos candidatos, critica até outros nanicos socialistas, dizendo que eles defendem programas de governo de cunho “democrático-popular”. Clique AQUI para ler o ping-pong com o professor Carlos. Tá esperando o quê?
